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  • Equipe Noruh

Fazer mais com menos é essencial para sair da crise.

Atualizado: 15 de Abr de 2020


Especialistas afirmam que a tecnologia é uma opção para sair da crise. Tempos de crise, tempos difíceis…É evidente que esse período está sendo muito desafiador para a maioria dos brasileiros. Mas, são nesses momentos de dificuldade que a criatividade dá forma a novos projetos e os coloca em prática. E se o dinheiro está curto, é preciso encontrar maneiras de fazer o pouco render. Vale tudo para entender como sair da crise, e a tecnologia pode ser uma opção. Não tem para onde fugir. A tecnologia cada vez mais influencia diretamente a vida de todos. Nas empresas, essa evolução começa a se mostrar uma realidade e deve se intensificar nos próximos anos. Tudo isso graças à transformação digital, processo que pode ser traduzido como o uso da tecnologia com o intuito de melhorar o desempenho das relações de trabalho e garantindo melhores resultados. Bares e restaurantes devem estar conectados cada vez mais com a indústria tecnológica. Essa transformação tem como base três pilares. O primeiro está focado em maximizar o volume de vendas e margens; o segundo em responder rapidamente e com agilidade a adoção de tecnologias disruptivas para reagir às pressões do mercado e de novos mercados e, o terceiro engloba a ideia de mudar a forma de fazer as coisas, fazendo da tecnologia um facilitador de negócios como otimização de processos. Segundo o professor da Universidade Anhembi Morumbi, Ubiratan Miranda, atualmente é praticamente impossível pensar em um empreendimento de restauração ou de food service sem o emprego da tecnologia. “Isto pode ser observado desde os estabelecimentos mais simples aos mais sofisticados e, obviamente, o emprego da tecnologia é proporcional ao porte do negócio. Como exemplo, podemos citar o uso de meios eletrônicos de pagamento, comum até nos estabelecimentos mais simples”, explica o professor. Mais do que uma salada de termos complexos, como ‘big data’, ‘internet das coisas’ ou ‘inteligência artificial’, a transformação digital pede a reestruturação dos processos das empresas e a criação de uma nova cultura, agora digital, ou seja: voltada para dar um dinamismo maior ao trabalho, ainda mais nesses tempos em que vivemos. Entre as preocupações estão melhorar a experiência do cliente; criar novos produtos e novas formas de comercializá-los; e deixar a operação do negócio mais afinada possível. É o que dizem os especialistas. Para Demetrio Teodorov, futurista e superintendente de inovação na Alelo “Se não atualizar, vai morrer. Todo empresário deve ter esse pensamento. É preciso não brigar com essa tendência e, ao contrário, identificar de que forma podemos nos encaixar nessa mudança” disse também no Congresso Abrasel. Se o momento pede cautela, é a oportunidade de otimizar processos e iniciar a digitalização que o seu estabelecimento precisa. Uma das questões primordiais para quem quer deixar para trás os tempos difíceis é reduzir custos e aumentar a perfomance do seu time, trabalhar mais com menos é essencial no retorno as atividades. Em termos como o que vivemos, surge uma necessidade das organizações se comportarem de maneira mais flexível e a responderem com mais agilidade.





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